FAQ

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1ª – Existe uma norma para os sistemas de proteção contra o raio?

Atualmente a ABNT possui duas normas:

–    ABNT NBR 5419: Proteção de Estruturas contra descargas atmosféricas Normaliza os sistemas de proteção convencionais passivos para estruturas e edificações.

Além destas, há uma série de normas de outros países que regulamentam o uso dos sistemas ativos de proteção externa, dentre elas:

–    Portugal – NP 4426: 2013 – Proteção contra descargas atmosféricas – Sistemas com dispositivo de ionização não radioativo.
–    Espanha – UNE 21186: 2011 – Protección contra el rayo – Pararrayos con dispositivo de cebado.
–    França – NFC 17102: 2011 – Protection contre la foudre. Systèmes de protection contre la foudre à dispositif d’amorçage.
–    Argentina – IRAM 2426: 2015 – Pararrayos con dispositivo de cebado para la protección de estructuras y de edificios.

A proteção ativa possibilita ganhos nas áreas de proteção e redução do investimento total para se instalar um SPDA.

 

2ª – É obrigatório o cumprimento e adoção da ABNT NBR 16785 para a proteção de pessoas em áreas abertas?

Apesar da natureza de voluntariedade das normas técnicas, Leis como o Código de Defesa do Consumidor, códigos de obras estaduais e municipais, bem como, normas regulamentadoras da Secretaria do Trabalho, como a NR-10, as tornam de cumprimento compulsório. Independente desta discussão legal, acreditamos que a adoção da ABNT NBR 16785 é a forma mais adequada de se proteger pessoas em áreas abertas, evitando acidentes e minimizando as consequências do impacto de raios.

 

3ª – Em que casos devo instalar um sistema de proteção preventiva?

A instalação preventiva deve ser instalada sempre que:

–    Na área circule um grande número de pessoas ex: construções, obras, competições ao ar livre, atividades agrícolas, mineração, portos, praias, clubes de lazer, eventos que envolvam multidões…
–    Sempre que se pretenda salvaguardar bens sensíveis, como sistemas de informática controles elétricos ou eletrônicos, sistemas de alta segurança…
–    Sempre que sejam instalações que envolvam produtos perigosos como fábricas de produtos químicos, ou que envolvam o manuseamento de produtos tóxicos e ou inflamáveis…
–    Sempre que se tenha de garantir a continuidade de serviços básicos, como hospitais, concessionárias de energia, centrais de telecomunicações, serviços sanitários, serviços de emergência…
–    Todas as instalações de quartéis de bombeiros, exército, defesa civil…

 

4ª – Podem instalar-se detectores que não meçam o campo eletroestático?

Os detetores locais de tempestades devem ser, do ponto de vista da segurança contra o risco causado pela ação do raio, equipamentos capazes de detectar a trovoada em todas as suas fases (no lugar em que se encontra a estrutura – detecção local) e em tempo real. Devem ser, portanto, detetores capazes de medir o campo eletroestático, ex: ATSTORM®.

 

5ª. – Um ATStorm tem a mesma função detector portátil?

Os equipamentos portáteis de registro de queda de raios são classificados como DEM3L detectam a ocorrência de descargas atmosféricas nuvem-terra (Fase 3), porém com eficiência muito limitada e segundo a norma ABNT NBR 16785devem ser usados apenas para aplicações de interesse meteorológico amador.

 

6ª. – Quais procedimentos de manutenção são necessários para o ATStorm?

Devido ao fato do sensor do ATStorm ser totalmente eletrônico e não possuir partes móveis, ele dispensa rotinas de manutenção periódicas.

 

7ª. – Já existem sistemas ATStorm instalados no Brasil?

O primeiro ATStorm foi instalado no Brasil em 2012. De 2012 até hoje, temos aplicações instaladas nos segmentos de mineração, indústria, energia, logística e lazer.

Atualmente a frota de ATStorm instalada no país se aproxima de 100 unidades.

 

8ª – As terras têm de ter um valor máximo?

Sim, tanto para os para-raios como para os sistemas de proteção interna devem apresentar valores nunca superiores a 10 Ω.

 

9ª – Se não conseguir da forma tradicional obter esse valor, existem formas de melhorar as terras?

Sim, existem compostos químicos amigos do ambiente, que ajudam a melhorar os valores de terra obtidos. Todavia, sempre que se sabe em exato ou de uma forma aproximada do valor da resistividade dos solos, as terras devem ser executadas logo de início, através de eletrodos especiais como, por exemplo, eletrodos de grafite ou através de eletrodos dinâmicos do tipo APLIROD®.

 

10ª – Os sistemas de proteção contra o raio têm de ter manutenção ou algum tipo de inspeção?

Sim, os sistemas de proteção contra o raio devem ser inspecionados anualmente de acordo com a norma e é obrigatória a sua inspeção através das “ERI” (Entidades responsáveis pela inspeção), estas entidades são acreditadas pelas autoridades nacionais competentes para o efeito.

 

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