O detetor de tempestades ATSTORMv2 pode evitar danos pessoais em espaços abertos

A morte de varias pessoas provocada por um raio numa praia da Argentina desperta o interesse sobre a proteção de espaços abertos

Nos primeiros dias do ano, no começo do verão austral, três pessoas morreram pela queda de um raio na cidade valnera de Villa Gesell, na costa de Buenos Aires. A tempestade deixou também mais de 20 feridos. Testemunhas dizem que estaba um dia nebulado, mas sem tempestade. No local do acidente haviam tendas com estrutura metálica sobre o chão da arena.

O trágico episodio abriu um importante debate na Argentina sobre a necessidade ou conveniência de instalar para raios nas praias a zonas balneares. Como acontece muitas vezes nestes casos, muitos especialistas afirmam que os para raios “atraem mais raios”, o que não é certo. Outros argumentam, com maior sucesso, que a quantidade de para raios necessária seria enorme e que não evitaria o perigo de tensão direta, que foi na realidade, a causa das mortes.

Para este tipo de espaços, a solução mais segura, efetiva e exequível é a proteção preventiva. A instalação de detetores de trovoadas permite dispor com antecipação suficiente de informação sobre o perigo existente, tomando as medidas adequadas, que neste caso seria a evacuação da praia. O detetor de trovoadas ATSTORMv2 é capaz de detetar a trovoada inclusive durante a sua formação, antes de se produzir a primeira descarga, é totalmente eletrônico, sem partes móveis que poderiam deteriorar-se causando falhas nos alertas.

Descarregue aqui mais informação sobre ATSTORMv2