Três pontos chave sobre pára-raios e protecção contra sobretensões na prevenção de riscos laborais.

Como evitar danos em pessoas, edifícios e equipamentos, graças á instalação de um adequado sistema de protecção contra o raio.

Os danos sobre pessoas, edifícios e equipamentos causados pelo impacto de raios, podem ser especialmente graves em centros de trabalho. Grandes edifícios de escritórios, fábricas e outras instalações de actividade industrial, podem sofrer, como consequência, importantes percas humanas e económicas.

Propomos três pontos-chave para evitar e/ou minimizar estes danos, que se encontram avaliados por diferentes normativas internacionais:

  1. Avaliação de riscos: em geral, o índice de cálculo de risco se compara a frequência de raios esperada com a probabilidade que se considera provável de caída de raios sobre uma estrutura ou instalação. O rácio entre ambos os parâmetros indicará o nível de protecção a instalar.
  2. Instalação do sistema de protecção externa (pára-raios e malhas condutoras) e de protecção interna (sobretensões): em função do nível estabelecido dever-se-á desenhar, instalar e manter as medidas adequadas de protecção contra o raio.
  3. Protecção preventiva: nos lugares em que a avaliação do risco assim o determine, torna-se necessário a utilização de um sistema de detecção de trovoadas que proporcione informação para que se tomem as medidas preventivas que possibilitem acções preventivas transitórias, contemplando os sistemas de protecção externa e interna.

Geralmente em cada País estabelecem-se códigos normativos relacionados com a protecção contra o raio e a prevenção de riscos laborais, sendo que na maioria dos casos coincidentes com os três pontos acima mencionados. A nível internacional, as principais normativas que reúnem estes aspectos são IEC-EN 62305, UNE 21186, NFC 17102, IEC-EN 62561 e EN 50536